Quer saber onde já trabalhei?

Por onde começar...



  • Ajudei a desenvolver memes para a Copa do Mundo 2018;
  • Fui Relações Públicas da Nasa e ajudei a encobrir a existência de vida em Marte.

Brincadeirinha 
Mas farei coisas igualmente incríveis se você me der uma chance. 

Dá uma olhadinha na minha carreira até aqui.

Bora estudar

Especialização 


Quem gosta de se manter atualizado vai curtir os cursos da Udemy.



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O que faço nas horas vagas

Como existe vida fora do trabalho, aqui estão alguns dos meus passatempos favoritos (não necessariamente na ordem que se apresentam):


Assistir séries no Netflix

Quem não gosta? 

Escrever 

Sou Freelancer e tenho um Blog de viagens. 
Acessa lá: doida pra viajar

Certificação - Google Analytics para iniciantes

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Cores e Sabores da primavera


Matéria publicada no informativo Conexão Real - Banco Central do Brasil


Além de encantar pela beleza e pela diversidade, as flores têm mil e uma utilidades. Podem enfeitar a casa, fazer parte da receita médica e até do prato do dia

Carregadas de simbolismo, as flores são a sensação da primavera. Estão presentes em nascimentos, aniversários, buquês de noiva, declarações de amor e inspiram grandes obras de arte. Mas já passou o tempo em que elas eram apenas peças decorativas. Hoje, também podem ser usadas como medicamento, terapia, matéria-prima para produção de cosméticos e até como ingredientes na culinária. Saiba mais

Semana Nacional da Saúde do Banco Central

Reportagem sobre a Semana Nacional de Saúde do Banco Central




Higienização do acervo do Museu de Valores

Peças valiosas, cédulas e moedas que contam a história do dinheiro no Brasil. Todas essas raridades fazem parte do acervo do Museu de Valores do Banco Central e para que continuem preservados é necessário um cuidado todo especial. 
Para que isso aconteça, foi preciso fazer uma higienização do acervo do museu. 
Confira.




Curso de brigadistas - Matéria exibida na TV Bacen

Alunos de escola rural visitam Exposição Portinari em Obras

Pesquisa mostra resultados da campanha Nosso Dinheiro - Matéria publicada no informativo Conexão Real





Pesquisa mostra resultados da campanha Nosso Dinheiro
(Última modificação: 16/03/2010 10:23)

Levantamento revela que peças publicitárias do BC influenciaram mudanças no comportamento do brasileiro

        A campanha publicitária Nosso Dinheiro foi realizada pelo BC em 2009, com o objetivo de conscientizar a população sobre o uso do dinheiro. Por meio de peças publicitárias veiculadas em jornais, revistas, rádio, internet e televisão, o BC incentivou o uso de moedas e divulgou os itens de segurança das cédulas do real. E, de acordo com pesquisa encomendada pela instituição, o trabalho foi bem sucedido: a campanha influenciou o comportamento dos brasileiros em relação ao dinheiro. 

        A pesquisa foi realizada entre 26/11 e 11/12, em oito cidades do país. Foram entrevistados 1.462 brasileiros, separados em dois públicos: população em geral e empregados do comércio.

        De acordo com o levantamento, 6% da população afirmam ter adquirido o hábito de conferir as cédulas após ver a campanha. A parcela que sabe identificar os itens de segurança das notas também aumentou: 13% aprenderam pelo menos uma nova forma de reconhecer cédulas falsas. E, finalmente, 3% deles admitiram ter passado a usar moedas com mais frequência. 

        Entre os empregados do comércio, 92% têm o hábito de conferir as cédulas. Desse total, 8% afirmam ter aprendido, com a campanha, alguma forma de identificar uma nota falsa, 6% reforçaram o hábito de conferir cédulas e 4% usam moedas com mais frequência. 

        João Sidney de Figueiredo Filho, chefe do Mecir, alerta para a necessidade de continuar conscientizando a população sobre o uso do dinheiro. De acordo com ele, campanhas desse tipo ajudam a reduzir os gastos públicos. O servidor cita como exemplo a campanha de incentivo a circulação de moedas. "Além de facilitar o troco, a circulação das moedas reduz os gastos que o BC tem com a fabricação", afirma o servidor.

        Sidney conta ainda que a realização da pesquisa é importante porque identifica os pontos fortes e fracos da campanha e permite direcionamento para novas ações.

Elogios

        O caráter educativo da campanha Nosso Dinheiro foi bastante elogiado pelos entrevistados e a mensagem veiculada nas peças foi assimilada pela grande maioria deles: 94% dos que se lembraram da mensagem descreveram corretamente seu conteúdo. Entre a população em geral, 55% lembraram-se da campanha. Entre os empregados do comércio, a porcentagem foi de 60%.  

        A campanha Nosso Dinheiro foi realizada de 21/10 a 31/12. Entre os destaques das peças, uma série de vídeos institucionais com o tema Verdadeiro ou Falso, que chamavam a atenção do cidadão para a necessidade de conhecer as características do dinheiro. Os hotsites Dinheiro de Verdade e Use suas Moedas foram criados com o mesmo objetivo. Até a data de conclusão do levantamento, as páginas na internet haviam recebido 404 mil e 144 mil visitas, respectivamente. 

(Luzeni Mendes)

Não dá para confundir - Matéria publicada no informativo Conexão Real



 
Não dá para confundir
(Última modificação: 26/08/2009 15:43)

Servidores do BC são especialistas em encontrar apelidos engraçados para os colegas. Alguns "pegam" tanto, que são até impressos nos crachás funcionais

        Em geral, apelido é assim: ninguém quer, mas muita gente tem. No BC não é diferente. Basta conversar um pouco com os servidores do Banco para elaborar uma lista. Na relação dos mais curiosos, entram nomes como Chico informático, Buxicho, Amaral _ o jogador de futebol, Morcego, Maranhão, Mãe, Pai Véio, Batata. Os apelidos costumam surgir como uma brincadeira. Se ela for bem aceita ou tiver um fundo de verdade, o nome acaba "pegando".
        Alvo de uma dessas brincadeiras, o servidor aposentado de São Paulo José Carlos de Oliveira, o Morcego, explica como ganhou o rótulo. "Eu era goleiro de um time de futebol de salão. Quando chutavam a bola para a esquerda, eu 'voava' para a direita. Como o uniforme era vermelho, os colegas brincavam que eu era o 'Morcego Vermelho', um super-herói atrapalhado vivido pelo personagem Peninha, da Disney, o primo do Pato Donald", conta. 
        No Recife, os funcionários do BC têm uma receita infalível para resolver diversos problemas de trabalho: é só procurar o Pai Véio. O pai, nesse caso, é Antônio Fernando Torres Alves, do Mecir. Antônio trabalha no Banco desde 1976, mas explica que a designação não tem nada a ver com o tempo de trabalho. "Começaram a me chamar assim desde que entrei no Banco. Acho que é devido à disponibilidade de ajudar colegas com dificuldades. Pai Véio é uma forma carinhosa de se dirigir a um conselheiro", orgulha-se.
        Paulo de Oliveira, do ADSPA, ou Paulo Buxicho - escrito assim mesmo -, como é conhecido, também ganhou o apelido no Banco. "Quando entrei no BC, fazia parte da fiscalização. Um funcionário, que sempre me via conversando pelos corredores, dizia que eu estava 'bochichando'. E assim surgiu o Paulo Buxicho". Paulo garante que não se incomoda com o apelido. "Achei bonito. Afinal, sou muito comunicativo e o apelido condiz com minha personalidade".

Conhecido por...

        O servidor da Secre, Antonio Rêgo de Abreu, conhecido por Maranhão, tem uma história parecida com a de outros funcionários do BC. Maranhão conta que, quando chegou ao Banco, havia mais três Antônios trabalhando no mesmo departamento, o Dipar, antiga unidade do Deafi. Para não haver confusão, cada um recebeu um apelido. Como nasceu no Maranhão, passou a ser conhecido assim, mas garante que se orgulha do apelido. "Já pensei até em agregar ao meu nome", admite.
        O servidor acredita que as pessoas não se importam com esse tipo de brincadeira, mas faz um alerta para quem costuma se incomodar. Segundo Maranhão, "quando a pessoa não gosta, o apelido 'pega' mais rápido".
(Luzeni Mendes)
 

Construções ecologicamente corretas - Matéria publicada no informativo Conexão Real


Nome da Notícia:
5083 - Construções ecologicamente corretas
Autor:
SECRE.LUZENI
Modificado por:
SECRE.LUZENI
Seção:
Notícia de Jornal

 
Construções Ecologicamente Corretas
(Última modificação: 15/06/2010 11:20)

Habitações e empresas planejadas para não danificar o meio ambiente. Denominados Green Building, os empreendimentos sustentáveis já conquistaram adeptos no BC


        Os Green Building ou edifícios verdes, muito presentes nos Estados Unidos e Europa desde a década de 70, estão ganhando a simpatia dos brasileiros. Também chamados de moradias ecoeficientes, estas construções são planejadas para causar o menor impacto possível ao meio ambiente.
        Para ser considerada ecoeficiente, as habitações precisam atender a algumas condições como: planejar um desenvolvimento sustentável do ambiente externo, usar a água de forma racional, produzir  parte da energia que consome, selecionar materiais de construção que não agridam o ambiente e garantir uma boa qualidade do ar no interior da casa.  O servidor Luiz Tadeu Florentino, da ADSPA, já adotou alguns desses itens. Morador de Jundiaí, em São Paulo, Luiz conta que, ao construir, pensou na comodidade e no meio ambiente.  "Precisamos deixar algo de bom para as gerações futuras e essas pequenas atitudes podem mudar o comportamento das pessoas em relação à natureza", afirma.
        A casa do servidor foi construída com tijolos lego, uma espécie de alvenaria fabricada com espaço para a passagem de tubulação. O uso desse material evita a quebra das paredes para instalar canos e tubos, diminuindo a geração de entulho.  Além disso, possui painéis para geração de energia solar, caixas de descarga acopladas e telhas ecológicas.
        O BC também vai construir edifício usando o conceito de sustentabilidade. O novo projeto da regional, no Rio de Janeiro, será construído no Bairro de Gamboa, zona portuária da cidade e vai adotar medidas para diminuir o impacto da construção no meio ambiente. A planta do prédio respeitará as irregularidades do terreno para evitar totalmente a movimentação de terra e a retirada de vegetação nativa.
        Com três pavimentos e capacidade para receber 200 funcionários, a obra vai utilizar sistemas de reuso da água e de armazenamento de água da chuva.  Após passar por um processo de tratamento, ela será utilizada para irrigação do jardim e descarga dos sanitários. Outra novidade é adoção de vidros reflexivos de alta performance nas fachadas. Segundo o arquiteto Jorge Luiz Ferreira, idealizador do projeto junto com o arquiteto Ricardo Paiva Martins, o recurso evita a entrada de calor, sem comprometer a iluminação natural.
        Também será implantado um sistema inovador de condicionamento de ar. O sistema conhecido como volume refrigerante variável (VRF) otimiza o fluxo de refrigerante e proporciona substancial economia de energia. Também serão utilizadas coberturas verdes nas lajes para redução da temperatura interna do edifício. Bastante utilizado em alguns países do mundo, a técnica consiste no plantio de jardins e gramados nas coberturas.
        Segundo dados do Green Building Council Brasil (GBC-Brasil), organização internacional que certifica e incentiva o desenvolvimento da construção sustentável, o Brasil possui 14 empreendimentos com certificado de sustentabilidade. Outros 166 estão aguardando a certificação. Chamado de selo LEED, sigla, em inglês, para Liderança em energia e design ambiental, o certificado é cedido a edifícios que aproveitam recursos naturais de forma inteligente. O servidor Jorge Luiz Ferreira adiantou que a instituição pretende obter o certificado junto à GBC ou outras agências certificadoras. 

Atitude ecológica

        Doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Université Pierre Mendes France, na França, Hélio Dias é especializado em arquitetura sustentável e garante que as construções ecoeficientes custam, em média, 30% a menos que as tradicionais. "Além do material ser mais barato, as casas são mais duráveis e proporcionam redução no consumo de energia", afirma.
        O arquiteto explica que não existe receita que garanta impacto zero sobre o meio ambiente, mas enumera algumas atitudes que podem ser tomadas para preservar a natureza:
·    Utilize alvenaria em BTC - Blocos de Terra Compactada, que são ecológicos, têm excelente inércia térmica e possuem sistema de encaixe com junta seca. Observa-se uma temperatura média anual de 22ºC nos ambientes internos;
·    O telhado pode ser coberto com telhas ecológicas à base de fibras. Elas são duráveis e possuem boa isolação termo - acústica, contribuindo com o conforto ambiental;
·    Madeira plástica, pisos reciclados e componentes de bambu também são materiais que não degradam o ambiente.
·    Invista em sistemas de captação e armazenamento de água das chuvas;
·    Aproveite, ao máximo, a ventilação natural para dispensar o uso de aparelhos de ar-condicionado;
·    Evite o desperdício de material para reduzir o entulho.

(Luzeni Mendes)
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