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Matéria publicada no informativo Conexão Real - Banco Central do Brasil
Além de encantar pela beleza e pela diversidade, as flores têm mil e uma utilidades. Podem enfeitar a casa, fazer parte da receita médica e até do prato do dia
Carregadas de simbolismo, as flores são a sensação da primavera. Estão presentes em nascimentos, aniversários, buquês de noiva, declarações de amor e inspiram grandes obras de arte. Mas já passou o tempo em que elas eram apenas peças decorativas. Hoje, também podem ser usadas como medicamento, terapia, matéria-prima para produção de cosméticos e até como ingredientes na culinária. Saiba mais
Peças valiosas, cédulas e moedas que contam a história do dinheiro no Brasil. Todas essas raridades fazem parte do acervo do Museu de Valores do Banco Central e para que continuem preservados é necessário um cuidado todo especial.
Para que isso aconteça, foi preciso fazer uma higienização do acervo do museu.
Pesquisa mostra resultados da campanha Nosso Dinheiro
(Última modificação: 16/03/2010 10:23)
Levantamento revela que peças publicitárias do BC influenciaram mudanças no comportamento do brasileiro
A campanha publicitária Nosso Dinheiro foi realizada pelo BC em 2009, com o objetivo de conscientizar a população sobre o uso do dinheiro. Por meio de peças publicitárias veiculadas em jornais, revistas, rádio, internet e televisão, o BC incentivou o uso de moedas e divulgou os itens de segurança das cédulas do real. E, de acordo com pesquisa encomendada pela instituição, o trabalho foi bem sucedido: a campanha influenciou o comportamento dos brasileiros em relação ao dinheiro.
A pesquisa foi realizada entre 26/11 e 11/12, em oito cidades do país. Foram entrevistados 1.462 brasileiros, separados em dois públicos: população em geral e empregados do comércio.
De acordo com o levantamento, 6% da população afirmam ter adquirido o hábito de conferir as cédulas após ver a campanha. A parcela que sabe identificar os itens de segurança das notas também aumentou: 13% aprenderam pelo menos uma nova forma de reconhecer cédulas falsas. E, finalmente, 3% deles admitiram ter passado a usar moedas com mais frequência.
Entre os empregados do comércio, 92% têm o hábito de conferir as cédulas. Desse total, 8% afirmam ter aprendido, com a campanha, alguma forma de identificar uma nota falsa, 6% reforçaram o hábito de conferir cédulas e 4% usam moedas com mais frequência.
João Sidney de Figueiredo Filho, chefe do Mecir, alerta para a necessidade de continuar conscientizando a população sobre o uso do dinheiro. De acordo com ele, campanhas desse tipo ajudam a reduzir os gastos públicos. O servidor cita como exemplo a campanha de incentivo a circulação de moedas. "Além de facilitar o troco, a circulação das moedas reduz os gastos que o BC tem com a fabricação", afirma o servidor.
Sidney conta ainda que a realização da pesquisa é importante porque identifica os pontos fortes e fracos da campanha e permite direcionamento para novas ações.
Elogios
O caráter educativo da campanha Nosso Dinheiro foi bastante elogiado pelos entrevistados e a mensagem veiculada nas peças foi assimilada pela grande maioria deles: 94% dos que se lembraram da mensagem descreveram corretamente seu conteúdo. Entre a população em geral, 55% lembraram-se da campanha. Entre os empregados do comércio, a porcentagem foi de 60%.
A campanha Nosso Dinheiro foi realizada de 21/10 a 31/12. Entre os destaques das peças, uma série de vídeos institucionais com o tema Verdadeiro ou Falso, que chamavam a atenção do cidadão para a necessidade de conhecer as características do dinheiro. Os hotsites Dinheiro de Verdade e Use suas Moedas foram criados com o mesmo objetivo. Até a data de conclusão do levantamento, as páginas na internet haviam recebido 404 mil e 144 mil visitas, respectivamente.
Não dá para confundir
(Última modificação: 26/08/2009 15:43)
Servidores do BC são especialistas em encontrar apelidos engraçados para os colegas. Alguns "pegam" tanto, que são até impressos nos crachás funcionais
Em geral, apelido é assim: ninguém quer, mas muita gente tem. No BC não é diferente. Basta conversar um pouco com os servidores do Banco para elaborar uma lista. Na relação dos mais curiosos, entram nomes como Chico informático, Buxicho, Amaral _ o jogador de futebol, Morcego, Maranhão, Mãe, Pai Véio, Batata. Os apelidos costumam surgir como uma brincadeira. Se ela for bem aceita ou tiver um fundo de verdade, o nome acaba "pegando".
Alvo de uma dessas brincadeiras, o servidor aposentado de São Paulo José Carlos de Oliveira, o Morcego, explica como ganhou o rótulo. "Eu era goleiro de um time de futebol de salão. Quando chutavam a bola para a esquerda, eu 'voava' para a direita. Como o uniforme era vermelho, os colegas brincavam que eu era o 'Morcego Vermelho', um super-herói atrapalhado vivido pelo personagem Peninha, da Disney, o primo do Pato Donald", conta.
No Recife, os funcionários do BC têm uma receita infalível para resolver diversos problemas de trabalho: é só procurar o Pai Véio. O pai, nesse caso, é Antônio Fernando Torres Alves, do Mecir. Antônio trabalha no Banco desde 1976, mas explica que a designação não tem nada a ver com o tempo de trabalho. "Começaram a me chamar assim desde que entrei no Banco. Acho que é devido à disponibilidade de ajudar colegas com dificuldades. Pai Véio é uma forma carinhosa de se dirigir a um conselheiro", orgulha-se.
Paulo de Oliveira, do ADSPA, ou Paulo Buxicho - escrito assim mesmo -, como é conhecido, também ganhou o apelido no Banco. "Quando entrei no BC, fazia parte da fiscalização. Um funcionário, que sempre me via conversando pelos corredores, dizia que eu estava 'bochichando'. E assim surgiu o Paulo Buxicho". Paulo garante que não se incomoda com o apelido. "Achei bonito. Afinal, sou muito comunicativo e o apelido condiz com minha personalidade".
Conhecido por...
O servidor da Secre, Antonio Rêgo de Abreu, conhecido por Maranhão, tem uma história parecida com a de outros funcionários do BC. Maranhão conta que, quando chegou ao Banco, havia mais três Antônios trabalhando no mesmo departamento, o Dipar, antiga unidade do Deafi. Para não haver confusão, cada um recebeu um apelido. Como nasceu no Maranhão, passou a ser conhecido assim, mas garante que se orgulha do apelido. "Já pensei até em agregar ao meu nome", admite.
O servidor acredita que as pessoas não se importam com esse tipo de brincadeira, mas faz um alerta para quem costuma se incomodar. Segundo Maranhão, "quando a pessoa não gosta, o apelido 'pega' mais rápido".
Habitações e empresas planejadas para não danificar o meio ambiente. Denominados Green Building, os empreendimentos sustentáveis já conquistaram adeptos no BC
Os Green Building ou edifícios verdes, muito presentes nos Estados Unidos e Europa desde a década de 70, estão ganhando a simpatia dos brasileiros. Também chamados de moradias ecoeficientes, estas construções são planejadas para causar o menor impacto possível ao meio ambiente.
Para ser considerada ecoeficiente, as habitações precisam atender a algumas condições como: planejar um desenvolvimento sustentável do ambiente externo, usar a água de forma racional, produzir parte da energia que consome, selecionar materiais de construção que não agridam o ambiente e garantir uma boa qualidade do ar no interior da casa. O servidor Luiz Tadeu Florentino, da ADSPA, já adotou alguns desses itens. Morador de Jundiaí, em São Paulo, Luiz conta que, ao construir, pensou na comodidade e no meio ambiente. "Precisamos deixar algo de bom para as gerações futuras e essas pequenas atitudes podem mudar o comportamento das pessoas em relação à natureza", afirma.
A casa do servidor foi construída com tijolos lego, uma espécie de alvenaria fabricada com espaço para a passagem de tubulação. O uso desse material evita a quebra das paredes para instalar canos e tubos, diminuindo a geração de entulho. Além disso, possui painéis para geração de energia solar, caixas de descarga acopladas e telhas ecológicas.
O BC também vai construir edifício usando o conceito de sustentabilidade. O novo projeto da regional, no Rio de Janeiro, será construído no Bairro de Gamboa, zona portuária da cidade e vai adotar medidas para diminuir o impacto da construção no meio ambiente. A planta do prédio respeitará as irregularidades do terreno para evitar totalmente a movimentação de terra e a retirada de vegetação nativa.
Com três pavimentos e capacidade para receber 200 funcionários, a obra vai utilizar sistemas de reuso da água e de armazenamento de água da chuva. Após passar por um processo de tratamento, ela será utilizada para irrigação do jardim e descarga dos sanitários. Outra novidade é adoção de vidros reflexivos de alta performance nas fachadas. Segundo o arquiteto Jorge Luiz Ferreira, idealizador do projeto junto com o arquiteto Ricardo Paiva Martins, o recurso evita a entrada de calor, sem comprometer a iluminação natural.
Também será implantado um sistema inovador de condicionamento de ar. O sistema conhecido como volume refrigerante variável (VRF) otimiza o fluxo de refrigerante e proporciona substancial economia de energia. Também serão utilizadas coberturas verdes nas lajes para redução da temperatura interna do edifício. Bastante utilizado em alguns países do mundo, a técnica consiste no plantio de jardins e gramados nas coberturas.
Segundo dados do Green Building Council Brasil (GBC-Brasil), organização internacional que certifica e incentiva o desenvolvimento da construção sustentável, o Brasil possui 14 empreendimentos com certificado de sustentabilidade. Outros 166 estão aguardando a certificação. Chamado de selo LEED, sigla, em inglês, para Liderança em energia e design ambiental, o certificado é cedido a edifícios que aproveitam recursos naturais de forma inteligente. O servidor Jorge Luiz Ferreira adiantou que a instituição pretende obter o certificado junto à GBC ou outras agências certificadoras.
Atitude ecológica
Doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Université Pierre Mendes France, na França, Hélio Dias é especializado em arquitetura sustentável e garante que as construções ecoeficientes custam, em média, 30% a menos que as tradicionais. "Além do material ser mais barato, as casas são mais duráveis e proporcionam redução no consumo de energia", afirma.
O arquiteto explica que não existe receita que garanta impacto zero sobre o meio ambiente, mas enumera algumas atitudes que podem ser tomadas para preservar a natureza:
·Utilize alvenaria em BTC - Blocos de Terra Compactada, que são ecológicos, têm excelente inércia térmica e possuem sistema de encaixe com junta seca. Observa-se uma temperatura média anual de 22ºC nos ambientes internos;
·O telhado pode ser coberto com telhas ecológicas à base de fibras. Elas são duráveis e possuem boa isolação termo - acústica, contribuindo com o conforto ambiental;
·Madeira plástica, pisos reciclados e componentes de bambu também são materiais que não degradam o ambiente.
·Invista em sistemas de captação e armazenamento de água das chuvas;
·Aproveite, ao máximo, a ventilação natural para dispensar o uso de aparelhos de ar-condicionado;
·Evite o desperdício de material para reduzir o entulho.