Não dá para confundir
(Última modificação: 26/08/2009 15:43) Servidores do BC são especialistas em encontrar apelidos engraçados para os colegas. Alguns "pegam" tanto, que são até impressos nos crachás funcionais
Em geral, apelido é assim: ninguém quer, mas muita gente tem. No BC não é diferente. Basta conversar um pouco com os servidores do Banco para elaborar uma lista. Na relação dos mais curiosos, entram nomes como Chico informático, Buxicho, Amaral _ o jogador de futebol, Morcego, Maranhão, Mãe, Pai Véio, Batata. Os apelidos costumam surgir como uma brincadeira. Se ela for bem aceita ou tiver um fundo de verdade, o nome acaba "pegando".
Alvo de uma dessas brincadeiras, o servidor aposentado de São Paulo José Carlos de Oliveira, o Morcego, explica como ganhou o rótulo. "Eu era goleiro de um time de futebol de salão. Quando chutavam a bola para a esquerda, eu 'voava' para a direita. Como o uniforme era vermelho, os colegas brincavam que eu era o 'Morcego Vermelho', um super-herói atrapalhado vivido pelo personagem Peninha, da Disney, o primo do Pato Donald", conta.
No Recife, os funcionários do BC têm uma receita infalível para resolver diversos problemas de trabalho: é só procurar o Pai Véio. O pai, nesse caso, é Antônio Fernando Torres Alves, do Mecir. Antônio trabalha no Banco desde 1976, mas explica que a designação não tem nada a ver com o tempo de trabalho. "Começaram a me chamar assim desde que entrei no Banco. Acho que é devido à disponibilidade de ajudar colegas com dificuldades. Pai Véio é uma forma carinhosa de se dirigir a um conselheiro", orgulha-se.
Paulo de Oliveira, do ADSPA, ou Paulo Buxicho - escrito assim mesmo -, como é conhecido, também ganhou o apelido no Banco. "Quando entrei no BC, fazia parte da fiscalização. Um funcionário, que sempre me via conversando pelos corredores, dizia que eu estava 'bochichando'. E assim surgiu o Paulo Buxicho". Paulo garante que não se incomoda com o apelido. "Achei bonito. Afinal, sou muito comunicativo e o apelido condiz com minha personalidade".
Conhecido por...
O servidor da Secre, Antonio Rêgo de Abreu, conhecido por Maranhão, tem uma história parecida com a de outros funcionários do BC. Maranhão conta que, quando chegou ao Banco, havia mais três Antônios trabalhando no mesmo departamento, o Dipar, antiga unidade do Deafi. Para não haver confusão, cada um recebeu um apelido. Como nasceu no Maranhão, passou a ser conhecido assim, mas garante que se orgulha do apelido. "Já pensei até em agregar ao meu nome", admite.
O servidor acredita que as pessoas não se importam com esse tipo de brincadeira, mas faz um alerta para quem costuma se incomodar. Segundo Maranhão, "quando a pessoa não gosta, o apelido 'pega' mais rápido".
(Luzeni Mendes)
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Não dá para confundir - Matéria publicada no informativo Conexão Real
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